Wednesday, July 27, 2016

Porque a Mariah tem HATERS – Parte 2


     Com o sucesso massivo há do seu disco Mariah Carey tinha deixado de ser uma simples jovem talentosa de 20 anos, para se tornar a cantara mais emblemática e poderosa da indústria tento êxito tanto com singles como em sem álbum. Com o sucesso veio as comparações com outros artistas, sua enorme gama vocal e sua técnica apura a tornara o tempo todo objeto de comparação a Whitney Houston (essa sendo minha segunda cantora favorita) que também estava se consolidando com seu maior álbum The Bodyguard.

     Mariah não se importava com as comparações ou com a suposta rivalidade criada pela imprensa, ela se utiliza de técnicas e personalidade diferente além de uma sonoridade diferenciada, além de sua dedicação em compor 98% de seu material, o que a tirava do sério era quando falavam “ olha lá a branca com voz de negra”. Isso a fez deixar de ler todos os tabloides que o tempo todo a comparavam e falavam sobre sua cor, enquanto Mariah estava lançando o seu single Someday ela já tinha começado a compor seu próximo álbum.

     Os críticos perguntaram se ela não iria fazer uma turnê para promover o álbum nos principais mercados da música em todo o mundo, no entanto, Carey expressou em várias entrevistas que devido à sua natureza árdua e as dificuldades enormes de suas canções ela temia uma turnê consecutiva, por isso não seria possível, além dos longos tempos e viagens constantes.

     Durante este período de tempo na música, era tradicional para um artista lançar um álbum de estúdio a cada dois anos, permitindo que os singles conseguissem promover o álbum através nas rádios, e também com aparições na televisão, além disso, uma turnê também é uma forma de divulgação, com ela em seguida o artista lançaria o próximo álbum se ganharia novos fãs, que iriam procurar o catálogo do artista, e comprar o álbum anterior, na esperança de aprendizagem de seus trabalhos mais antigos.

     Sony, no entanto, escolheu um mercado diferente para Carey, usando uma forma tradicional na década de 1960, onde os artistas lançavam um LP por ano, sentiram que a reputação de Carey de ser um "produto de estúdio" e um compositor de uma idade jovem seria cativante o suficiente para lançar um novo álbum com mais frequência do que a maioria.

     Mariah optou por trabalhar com produtores que não trabalharam em seu álbum anterior, com a exceção de Walter Afanasieff, a única influência do álbum Mariah Carey, mesmo que ele só tinha co-escrito "Love Takes Time", e tinha produzido apenas parte do álbum, Carey sentiu uma química forte em trabalhar com ele, em breve desenvolveu uma forma única de compor ao lado dele, além de Afanasieff, Carey trabalhou com Robert Clivilles e Cole David do grupo de música dance, C+C Music Factory, sendo que trabalhar com o grupo tenha sido uma sugestão de Mottola, mas após a reunião com eles, Carey concordou e escreveu quatro músicas juntamente com eles.

     Carey trabalhou com Carole King, cantora e compositora que havia sido predominantemente popular na década de 1970, ao contrário de C+C Music Factory, King se aproximou Carey, na esperança de trabalhar com ela após ouvi-la tocar ao vivo na no programa The Arsenio Hall Show.
Com o lançamento Carey bateu um recorde por ser a única artista a ter seus 5 primeiros singles a chegar ao topo desde os Jackson five, o single "Emotions" provou ser muito diferente usa pesadamente influências da discoteca dos anos 1970, e usa a forte extensão vocal de Mariah e o uso do whistle register,  a letra da canção foi descrita como "alegre" pelo autor Chris Nickson, e disse que sente emoção forte e profunda pela protagonista quando também pelo seu amante.


     Uma das canções do álbum mais gospel infundido, "And Don't You Remember", caracteriza mudanças de acordes do órgão e realizada uma pequena produção, a fim de dar mais valor aos vocais " cru e capaz de ser sentir. " E a música antiga faziam parte de um trio de faixas do álbum que foram significavas para homenagear as baladas da Motown Records, com a inclusão de coros macio de igreja, e arranjo musical exclusivo de Carey. Sua letra reflete o coro cru da canção, dizendo a garota que é prometido o mundo por seu namorado, e rapidamente se esqueça sobre ela e se move para a próxima, a pós a decepção, o protagonista pede que ele "não se lembrar" de todas aquelas coisas que ele havia prometido a ela, e as coisas que eles tinham falado e sonhado juntos.


     Can't Let Go, segundo single do álbum, é uma balada lenta, com tristeza e saudade no conteúdo lírico, introduzindo da canção caracterizas de mudanças de acordes menores, e é influenciada pelas baladas dos anos cinquenta, p ara a duração da primeira metade da música, Carey canta em seus registros mais baixos e roucos, crescendo na medida do tempo com falsetes e encerrando com o whistle.


     Das dez faixas do álbum, Carey a letra mais autobiográfica foi apresentada em "Make It Happen", que conta a história de uma adolescente pobre com dificuldade na vida, que seria Carey antes de assinar com a Columbia, ele continua dizendo da importância da fé e oração a Deus. Nickson descreveu sua instrumentação como "restrita" e "muito Motownish", também observando sua infusão evangélica suave. De acordo com Nickson, a instrumentação da música e da base foi crucial para o desempenho de Carey durante a música. Além disso, ele descreveu seu conteúdo e a instrumentação:

     Como uma canção cheia de influências gospel e soul, permitiu Mariah realmente deixar a lágrima solta e mostrar o que podia fazer - o que na realidade era muito mais do que a ginástica vocal que parecia compor sua reputação até agora. A partir de um profundo barulho para um gemido alto, ela cobriu cinco oitavas maravilhosamente, com o poder da melodia construída. Os backing vocals - que mais uma vez tiveram aquelas harmonias de igreja - preenchem a melodia de reposição, assim como as trompas majestosas, que entram no final. A música foi realmente uma vitrine vocal para Mariah.


     Ao contrário do álbum de estreia de Carey, que contou com um pop mais contemporâneo e R&B de fundo, é usado vários gêneros que vão de gospel, R&B, soul, pop, com influência das canções dos anos 1960 e 1970, o que gerou várias críticas mistas. Emotions é o segundo álbum de estúdio, lançado em 17 de setembro de 1991 pela Columbia Records, o álbum se desviou da formula do seu álbum de estreia, o álbum estreou no número quatro na Billboard 200, surpreendendo muitos críticos após o sucesso do álbum de estreia de Carey, que passou 11 semanas no topo do ranking. Apesar de ter vendido muito menos do que Mariah Carey, Emotions foi certificado com platina quádrupla pela Recording Industry Association of America (RIAA), denotando embarques de mais de quatro milhões de cópias em todo o país, a partir de 2008, a Sony estimou as vendas mundiais de Emotions em mais de 9,8 milhões de cópias em todo mundo.


Notas que o álbum recebeu das críticas:

Billboard 3,5 estrelas = 70
Chris Nickson 4 estrelas = 90
Rolling stones 3 estrelas = 60 
Q 3 estrelas = 60  

     A média é tirada com a soma das notas e dividida pela quantidade de críticas, obtendo uma média de 70.

Fontes:
http://www.rollingstone.com/
http://www.billboard.com/
http://www.qthemusic.com/
http://www.riaa.com/
https://www.sonymusic.com/

Agradecimentos: Ítalo Ribeiro
Administrador da Nossa Fan Page: MARIAH NEWS WORLD