Wednesday, January 6, 2016

Biografia de Mariah Carey


    Pois é essa voz, não tem igual, sem contar os gritinhos que só ela sabe dar. Ela é tudo de bom, uma Musa, uma Diva que todos invejam tanto pelo seu talento quanto pela sua beleza, tanto interior, quanto exterior, não a conheço ainda mais futuramente, se Deus quiser e ele vai querer, estarei bem pertinho dela par ganhar um autografo dela, da Diva MARIAH CAREY.
    Gente, desde quando me conheço por gente eu escutava a músicas dela e não sabia que era ela que cantava, desde sempre fui apaixonado por ela e não sabia, coisa incrível, e de uns três anos pra cá que a venho acompanhando, sua carreira, seus sucessos, toda sua trajetória. E cada dia que passa me encanto mais e mais, com sua voz e suas músicas. Mas vamos a biografia então:
    Mariah Carey (nascida em 27 de março de 1970) é uma cantora, compositora, atriz, escritora, produtora, diretora e filantrópica estadunidense. Nascida e criada em Long Island, bairro situado na cidade de Huntington, Nova Iorque, Carey ganhou destaque após o lançamento de seu álbum de estreia homônimo em junho de 1990, que foi certificado multi-platina e rendeu quatro singles que culminaram a tabela estadunidense Billboard Hot 100. Sob a orientação do então diretor executivo da Columbia Records e posteriormente marido Tommy Mottola, ela conquistou sucesso internacional com seus álbuns de estúdio posteriores Emotions (1991), Music Box (1993) e Merry Christmas (1994); este sucesso fez-lhe ser estabelecida como a artista da Columbia que mais vendeu discos. Seu quinto álbum de estúdio Daydream (1995) entrou para a história da música quando o seu segundo single "One Sweet Day", um dueto com o grupo Boyz II Men, permaneceu durante dezesseis semanas consecutivas no topo da Billboard Hot 100, um recorde não igualado ou ultrapassado até hoje. Durante a gravação do álbum, Carey começou a desviar-se de seus estilos musicais iniciais como o R&B e o pop, iniciando seus trabalhos com o hip hop. Esta mudança musical tornou-se evidente com o lançamento de seu projeto subsequente Butterfly (1997), primeiro álbum da cantora feito após a sua separação com Mottola.
    Carey deixou a Columbia em 2000 e assinou um contrato de cinco álbuns no valor de US$ 100.000.000 com a Virgin Records, empresa subsidiária da EMI Music. Antes do lançamento do filme Glitter (2001), no qual ela interpretou a protagonista Billie Frank, ela sofreu um "colapso emocional e físico" e se internou devido a severa exaustão. Com a má recepção crítica e comercial do filme e de sua trilha sonora homônima (2001), Carey teve o seu contrato com a Virgin eventualmente cancelado e a gravadora lhe pagou apenas US$ 49.000.000, cujo período deu início ao declínio de sua popularidade. No ano seguinte, ela foi contratada pela Island Records e sua popularidade foi retomada com o lançamento de seu décimo álbum de estúdio, The Emancipation of Mimi (2005). O segundo single do trabalho, "We Belong Together", foi a canção mais famosa nos Estados Unidos na década de 2000, recebendo o prêmio de "Song of the Decade" pela Billboard. Em 2009, ela fez mais um papel no cinema, participando do filme Precious: Based on the Novel "Push" by Sapphire; Carey também foi condecorada com o prêmio de "Breakthrough Performance Award" nas cerimônias Palm Springs International Film Festival, Black Reel Awards e NAACP Image Awards de 2010.
     Ao longo de sua carreira, Carey comercializou mais de 250 milhões de discos em todo o mundo, tornando-a uma das recordistas de vendas de discos. Em 1998, ela foi homenageada como a artista com discos mais vendidos na década de 1990 durante os World Music Awards. No ano de 2000, Carey foi declarada a artista feminina que mais vendeu discos no milênio. De acordo com a Recording Industry Association of America (RIAA), ela foi posicionada na terceira colocação entre as artistas femininas com maior vendagem nos Estados Unidos, com vendas avaliadas em 63.5 milhões de álbuns, ficando apenas atrás de Barbra Streisand e Madonna. Com o lançamento de "Touch My Body" (2008), Carey conseguiu seu 18º número um nos Estados Unidos, ultrapassando o recorde anteriormente detido por Elvis Presley entre os artistas solo com maior quantidade de números um no país. Em 2012, Carey ficou em segundo lugar na lista das 100 maiores mulheres na música, publicada pela VH1. Além de suas premiações comerciais, Carey ganhou cinco Grammy Awards, 20 World Music Awards, 13 American Music Awards e 32 Billboard Music Awards. Conhecida como a "selvagem suprema" pelo Guinness World Records, ela também é conhecida por seus alcances vocais de sete oitavas, seu estilo poderoso da melisma e o recorrente uso do whistle register. E agora em 2015 Lançou seu novo album 1 to Infinity onde reúne seus  dezoito sucessos de todos os tempos com sua nova canção Infinity.





                                                      Vida inicial e esforços
     Mariah Angela Carey nasceu em 27 de março de 1970 em Long Island, bairro localizado em Huntington, Nova Iorque. Seu pai, Alfred Roy, é descendente de afro-americanos e venezuelanos, enquanto sua mãe, Patricia, é descendente de irlandeses brancos. O último nome Carey foi produto de uma mudança de nome feita por seu avô venezuelano, Francisco Nuñez, depois de emigrar para Nova Iorque. O pai de Patricia morreu quando ela era pequena; no entanto, ela herdou sua paixão pela música. Patricia desenvolveu uma carreira como cantora de ópera ocasional e treinadora vocal, e conheceu Alfred em 1960. Quando ele começou a ganhar a vida como um engenheiro aeronáutico, os dois se casaram ainda naquele ano, e se mudaram para um pequeno subúrbio de Nova Iorque.
     Após o casamento de ambos, a família de Patricia começou a lhe destratar, devido ao seu casamento com um homem negro. Mariah explicou mais tarde que enquanto crescia, ela sentiu uma noção de negligência de sua família materna, uma marca que lhe afetou muito:

Depoimento de Mariah Carey:

"Mais tarde, eu estava tipo 'Bem, onde isto me abandona? Eu sou uma pessoa má?'. Você sabe. Ainda não é tão comum ser uma pessoa multirracial, mas estou feliz com a combinação de coisas que eu sou".

     Durante o intervalo de anos entre a irmã mais velha de Carey, Alison e o nascimento do cantora, a família de Carey passou por lutas pessoais dentro da comunidade onde vivia devido à sua etnia. O nome de Carey foi obtido a partir da canção "They Call the Wind Maria", originária do musical da Broadway Paint Your Wagon (1951). Quando Carey tinha três anos de idade, seus pais se divorciaram, devido à natureza cada vez mais extenuante de seu casamento.

Depoimento de Mariah:

"Foi bastante difícil para mim, eu me movi muito, tendo que crescer por contra própria (...) meus pais se divorciaram. E eu sempre me senti um pouco diferente de todos os outros no meu bairro. Eu era uma pessoa diferente etnicamente. E, às vezes, isso pode ser um problema. Se você olhar de uma determinada maneira, todo mundo vai dizer "menina branca", e eu digo, 'não, não é isso que eu sou'".
—Carey falando sobre a dificuldade enfrentada em sua infância.

     Após a separação, Alison foi morar com seu pai, enquanto os outros dois filhos, Mariah e seu irmão Morgan, permaneceram com sua mãe. Conforme os anos se passaram, Carey cresceu independente de seu pai, e mais tarde parou de vê-lo. Com quatro anos de idade, Carey lembrou que ela começou a o rádio debaixo das cobertas durante a noite, e apenas cantou com seu coração, e tentou encontrar a paz dentro da música. Durante o ensino fundamental, ela e destacou em assuntos que gostava, como música, arte e literatura, enquanto não encontrou o interesse em outros assuntos.
     Após vários anos de dificuldades financeiras, Patricia ganhou dinheiro suficiente para levar a sua família em um setor estável e mais abastado, ainda em Nova Iorque. Carey começou a escrever poemas e melodias, começando a ser uma cantautora enquanto cursava o ensino médio na escola Harborfields, situada em Greenlawn, Nova Iorque. Mesmo ainda jovem, Carey se destacou em sua música, e demonstrou o uso do whistle register, embora tenha começado a dominá-lo apenas com o treinamento feita com sua mãe. Apesar de ter introduzido sua filha ao mundo da ópera clássica, Patricia Carey nunca a pressionou para seguir uma carreira no gênero, já que Mariah nunca pareceu interessada naquele mundo da música. Carey lembrou que manteve o trabalho de cantora em segredo e observou que Patricia "nunca tinha sido uma mãe insistente. Ela nunca me disse: 'dê-lhe uma sensação mais de ópera'. Eu respeito a ópera como louca, mas ela não me influenciou".
     Enquanto cursava o ensino médio, Carey desenvolveu um relacionamento com Gavin Christopher, com quem ela dividia suas aspirações musicais. A dupla de composição precisava de um assistente que poderia tocar o teclado. Carey observou: "Nós chamamos alguém e ele não podia vir, e por acaso, nós tropeçamos em Ben [Margulies]. Ben veio para o estúdio, e ele realmente não poderia tocar os teclados muito bem — ele era realmente mais [parecido com] um baterista —, mas depois daquele dia, mantivemos contato, e nós meio que nos encontramos como escritores". Carey e Christopher começaram a escrever e a compor músicas no porão da loja do pai dele durante o ano da educação sênior da cantora. Depois de compor sua primeira música juntos, "Here We Go Round Again", cuja faixa a artista descreveu que possuía um estilo da Motown, eles continuaram a escrever material para uma fita de demonstração completa. Ela começou a viver em um pequeno apartamento em Manhattan, que ela dividia com outras quatro estudantes. Durante este período, Mariah trabalhou como garçonete em vários restaurantes, sendo demitida destes restaurantes após cerca de duas semanas. Enquanto precisava trabalhar para pagar o aluguel do local, a mente e o esforço de Carey ainda permaneciam com suas ambições musicais, ao passo em que ela continuava a trabalhar até tarde da noite com Margulies, na esperança de completar uma fita que poderia ser enviada aos executivos da gravadora. Após completar a fita com quatro canções, Carey tentou enviá-la para diversas gravadoras, que a rejeitaram. Pouco tempo depois, ela foi apresentada à cantora Brenda K. Starr.
                            Vejamos Love Takes Time e Emotions amoooo muitooo.















No comments:

Post a Comment