Tuesday, January 12, 2016

Álbum # 1 To Infinity





 EU AMO ESSE ÁLBUM MARAVILHOSO EU AMO DEMAIS...

        #1 to Infinity é o quinto álbum de compilação da cantora e compositora norte-americana Mariah Carey. O seu lançamento em mercado musical norte-americano ocorreu no dia 18 de Maio de 2015, sob distribuição da editora discográfica Epic Records, marcando assim o seu primeiro lançamento com a editora, após ter assinado um contrato com a mesma em Março do mesmo ano. Este é também o segundo álbum de números um da artista, após #1's, lançado em 1998 sob distribuição da Columbia Records. Number 1 to Infinity consiste de dezenove faixas, das quais as primeiras dezoito conseguiram todas alcançar a posição de topo da tabela musical Billboard Hot 100, fazendo de Carey a artista solo com o maior número de canções no primeiro posto dessa tabela, e a décima nona é uma nova composição, produzida apenas para o projeto.



Concepção e contexto

     A carreira de Carey como uma cantora e compositora teve início em 1987, quando tornou-se vocalista de apoio da cantora Brenda K. Starr, que ela idolatrava. No ano seguinte, a jovem, com apenas 17 anos de idade, conheceu o presidente da editora discográfica Columbia Records, Tommy Mottola, em uma festa na qual Starr entregou a Mottola uma gravação demo de Carey. Pouco tempo após isto, ela prontamente assinou um contrato discográfico com a editora. O seu álbum de estreia homónimo, lançado em 1990, baseia-se em ré-gravações masterizadas de várias músicas que ela havia composto durante os seus tempos de escola com o auxílio do colega Ben Margulies. O primeiro single do disco, "Vision of Love", alcançou o primeiro posto da tabela musical Billboard Hot 100 na publicação de 4 de Agosto de 1990. Os restantes singles do disco — "Love Takes Time" (1990), "Someday" (1991) e "I Don't Wanna Cry" (1991) — tiveram o mesmo desempenho na tabela musical. Ao longo da década de 1990, Carey foi posicionando mais canções no topo da Hot 100 norte-americana, sendo que em Novembro de 1998, ela já havia acumulado treze números um na tabela. Foi nesse momento que os executivos da Columbia Records decidiram produzir e lançar um álbum de grandes êxitos da artista. Contudo, devido a uma disputa entre a cantora e os executivos pois ela queria incluir novo material e também as suas canções favoritas no projeto, e os executivos queriam apenas as músicas que alcançaram sucesso nas tabelas musicais norte-americanas, este acabou por ser lançado e comercializado como um álbum de números um, com a adição de cinco músicas inéditas.

     "Heartbreaker" (1999), o primeiro single do sétimo trabalho de estúdio da artista, Rainbow (1999), com participação do rapper norte-americano Jay-Z, foi o décimo quarto e também o último tema de Carey a atingir o número um da Hot 100 na década de 1990. Carey foi a única artista da história da tabela a conseguir posicionar canções no topo em todos os anos de uma década, e tornou-se na artista feminina com a maior quantidade de canções nessa posição. "Thank God I Found You" (2000), com participação de Joe e 98 Degrees, foi a primeira canção da artista a atingir a posição de pico no número um, marcando assim o décimo primeiro ano consecutivo da artista a liderar a tabela. Quando "Touch My Body" (2008), o primeiro single lançado a partir do seu décimo primeiro projecto de estúdio, alcançou também o número um da tabela, Carey aumentou o seu recorde para dezoito canções, o que fez dela a artista feminina com a maior quantidade e a segunda artista no geral com a maior quantidade, perdendo apenas para os vinte singles da banda britânica The Beatles.




Nova Agência de Desenvolvimento

     Em Maio de 2014, foi disponibilizado o décimo quarto trabalho de estúdio de Carey, intitulado Me. I Am Mariah... The Elusive Chanteuse. Comercializando apenas um acumulado de 117 mil unidades até Dezembro desse ano e tornando-se no primeiro disco da artista a não receber um certificado de vendas pela Recording Industry Association of America (RIAA), foi um enorme fracasso comercial, o que culminou na não-renovação do contrato discográfico da cantora com a Island Records, bem como com a empresa proprietária da mesma, a Def Jam Recordings da Universal Music Group, como o anunciado a 30 de Janeiro de 2015. Em Março do ano seguinte, Carey assinou um contrato discográfico com a distribuidora fonográfica Epic Records, após revelar um desejo de voltar a reunir-se ao executivo L.A. Reid e a Sony Music em geral. Reid, que era o presidente da Def Jam Recordings, foi o responsável por ajudar a renovar a imagem de Carey através do lançamento do seu décimo álbum de estúdio, The Emancipation of Mimi (2005). Além disso, Joey Arbagey, que foi um colaborador no projeto, era naquele momento um executivo de A&R na Epic Records, e Doug Morris, que levou Carey para a Island Def Jam Group Recordings em 2003, era naquele momento o presidente da Sony Music. Contudo, tal como o acontecido quando a cantora assinou o seu contrato discográfico no valor de USD 100 milhões com a Virgin Records no início da década de 2000, este novo contrato também foi estabelecido no meio de revoltas e tumultos. Foi revelado que a artista havia procurado por outras editoras discográficas, contudo, a Sony Music foi a única que esteve disposta a assinar um contrato, muito mais pelo facto de Carey já ter assinado um contrato com a distribuidora no passado e também porque Reid é o presidente. "A Sony foi o único negócio que estava disponível, e acabou saindo muito pior do que ela [Carey] esperava. Carey pediu um adiantamento de USD 3 milhões; não conseguiu", declarou um informante anonimo que trabalha na empresa. Donald Passman, o gerente de Carey, não fez nenhum tipo de declarações acerca do assunto, bem como os publicistas Brian Sher e Stella Bulochnikov. Pouco tempo antes disto, havia sido anunciado pela artista durante uma entrevista no programa de televisão The Ellen DeGeneres Show a 15 de Janeiro que ela iria fazer um concerto de residência no The Colosseum no hotel Caesars Palace na cidade de Las Vegas, Nevada.

Depoimento de Mariah Carey:


         "Eu tenho que acreditar que os fãs irão gostar disto porque eu irei cantar, algo que foi meio que inspirado pelo meu álbum #1's, e esta é agora a versão atualizada com os dezoito singles números um".

     Afirmou a artista. De modo a ajudar a promover e divulgar o concerto da artista, os executivos da Epic Records tomaram a decisão de lançar um álbum de compilação que reuniria todos os dezoito singles número um da cantora.

Depoimento Mariah:

           "Bem, L.A. Reid é tudo [para mim]. Eu senti-me muito abandonada sem ele. Eu estava perdida. Eu não gostava de estar num sítio sem uma família. Você tem que ter pessoas que realmente preocupam-se consigo como uma artista, isso vem em primeiro lugar e é o principal, e bem como uma pessoa. É isso que eu recebo dele. Eu estava tipo a estrebuchar-me, a fazer um trabalho que eu estava ainda orgulhosa de fazer."

     Carey expressando o seu desejo de reunir-se a L.A. Reid em entrevista ao The New York Times.




Estrutura Musical e Conteúdo

     A canção de abertura de #1 to Infinity é "Vision of Love" (1990), o primeiro single lançado da carreira de Carey e o responsável por tê-la divulgado na indústria musical. Tirado do seu álbum de estreia auto-intitulado, recebeu aclamação crítica universal, sendo creditada como a pioneira e influenciadora principal da popularização do uso da técnica vocal melisma durante a década de 1990. Três outras canções desse álbum foram inclusas em #1 to Infinity: "Love Takes Time" (1990), "Someday" (1991) e "I Don't Wanna Cry" (1991). Estas duas últimas atingiram um sucesso significativo apenas na América do Norte, onde a primeira conseguiu alcançar a posição de topo nos Estados Unidos e Canadá e a segunda repetido esse feito nos EUA e posicionado-se na segunda colocação no Canadá, tendo sido por esse motivo excluídas da edição internacional da compilação. Contudo, a versão de "Someday" que se encontra presente na compilação é a cantada ao vivo durante a gravação do programa de televisão MTV Unplugged da MTV, que por sua vezes foi inclusa no Extended Play (EP) ao vivo MTV Unplugged (1992). A quinta canção do alinhamento de faixas da versão norte-americana, "Emotions" (1991), tirada do álbum de mesmo nome, foi a única desse álbum que conseguiu alcançar a posição de topo da Hot 100, e foi por isso também a única a receber inclusão em #1 to Infinity. A faixa seguinte é a versão cover da música "I'll Be There" (1992), originalmente gravada e lançada em Agosto de 1970 pela banda The Jackson Five, que também foi cantada ao vivo durante a gravação do programa MTV Unplugged e incluso no EP de mesmo nome.

     Duas músicas do álbum Music Box (1993) foram inclusas no alinhamento de faixas norte-americano. A primeira destas, "Dreamlover" (1993), liderou a Hot 100 por oito semanas consecutivas e foi descrita pela crítica especialista em música contemporânea como uma "peça leve de penugem pop", representando um lado mais comercial da cantora, ao invés do "mais ambicioso" que foi apresentado com "Vision of Love". Esta canção é considerada como o início do processo de amadurecimento vocal da cantora, e foi apontada como um lançamento notável da sua carreira. Considerada pelo autor Chris Nickson como uma das "baladas mais inspiracionais" da cantora, "Hero" (1993), o segundo single desse álbum, também recebeu inclusão neste álbum.


     Carey revelara pouco após anunciar o álbum o seu desejo de lançar um single a partir dele, pois sentia que ao não incluir novo material seria uma traição aos seus fãs, pelo que tomou a decisão de adicionar gravações inéditas ao projeto. "Infinity" foi revelada como a única faixa inédita a ser inclusa em #1 to Infinity.



Músicas de #1 To Infinity 

1# Vision Of Love



2# Love Takes Time


3# Emotions


4#I'll Be There


5#Dreamlover


6#Hero


7# Without You


8#Endless Love

9# Fantasy (Bad Boy Fantasy)


10# One Sweet Day


11# Always Be My Baby


12# Honey


13# My All


14# Heartbreaker


15# Against All Odds (Take a Look at Me Now)




16# We Belong Together


17# Don't Forget About Us


18# Touch My Body

19# Infinity




     Espero que tenham gostado, não por mais que ela tenha decaído um pouco nesses últimos anos, eu acho ela demais. Quero dizer, decaiu entre aspas, por que eu sem´pre escutei suas músicas sem saber que era dela, eu amava ela a muito tempo e não sabia. kkkk
       Que nem eu sempre digo, diva é diva mesmo que já tenha passado seu tempo mas sempre será diva. Eu sempre deixarei ela no topo por que ela merece, eu adoro seus agudos, sua capacidade vocal eu acho incrível.
      Bom qualquer coisa só deixar um comentário que estou aí para responder. Bjos

No comments:

Post a Comment